O Comitê de Defesa da Índia fortaleceu a capacidade da Força Aérea Indiana (IAF), recomendando a inclusão do setor civil da fabricação de aeronaves militares.
A medida, se aceita, aumentará as empresas indianas de defesa civil e aliviará o ônus da Hindustan Airlines Co., Ltd., que faz a maior parte das aeronaves militares da Índia.
O comitê disse ontem que um burocrata liderado pelo principal burocrata do Ministério da Defesa enviou um relatório ao ministro da Defesa Rajnath Singh ontem, informou o governo em comunicado nesta segunda-feira, acrescentando que Singh havia instruído as recomendações a “acompanhar de maneira limitada”.
A frota da IAF de aeronaves de origem soviética é operada por apenas 31 esquadrões de combate, em comparação com 42 alvos em meio a tensões entre os vizinhos da China e Paquistão.
O secretário de aviação da Índia, AP Singh, disse que o setor civil deve estar envolvido em acelerar a defesa e a fabricação aeroespacial.
Em um evento realizado em Nova Délhi na semana passada, ele disse que a Índia deve adicionar entre 35 e 40 caças por ano para preencher lacunas existentes e eliminar as aeronaves antigas.
Autoridades indianas dizem que a Hindustan Aeronautics pode oferecer até 24 aeronaves com motores elétricos comuns para o próximo ano, a partir de abril.
A empresa não conseguiu encomendar 83 caças no atual ano fiscal devido à lenta chegada de motores da General Electric, que enfrenta problemas da cadeia de suprimentos.

