QUETTA: A Barragem de Mangi, destinada a fornecer água a Quetta, permanece incompleta três anos após o prazo previsto, apesar de uma despesa de 19,8 mil milhões de rupias, informou o Comité de Contas Públicas do Baluchistão numa reunião com altos funcionários do Departamento de Engenharia de Saúde Pública.
A barragem estava programada para ser concluída em junho de 2022 e forneceria a Quetta 8 milhões de galões de água por dia, em comparação com a necessidade diária da capital provincial de 60 milhões de galões. O comité, presidido por Asghar Ali Tareen, expressou séria preocupação com o atraso na conclusão e o aumento dos custos do projecto, observando que o custo da barragem já aumentou 42% para atingir quase 19,8 mil milhões de rupias em 2025, mas ainda está inacabado.
Funcionários do PHE garantiram ao comitê que o projeto seria concluído até 31 de março de 2026.
O comitê conduziu uma análise detalhada do desempenho do Departamento de Engenharia de Saúde Pública, projetos de desenvolvimento, planos em andamento, irregularidades financeiras e objeções de auditoria.
De acordo com o relatório de auditoria, o custo original do projecto era de 9.334.078 milhões de rupias, que agora aumentou em 391.381,5 milhões de rupias para 13.247.893 milhões de rupias.
A comissão informou ao chefe do PHE que o projeto deverá ser concluído no novo prazo.
A reunião foi informada que, de acordo com a auditoria, vários departamentos do PHE pagaram a mais aos empreiteiros durante 2019-2020 e 2021-2022, resultando em perdas de Rs 64.131.000.
A equipa de auditoria comunicou violações de normas e regulamentos de engenharia, potência excessiva na concepção do sistema fotovoltaico e observou que funcionários dos departamentos relevantes não participaram nas reuniões do CAD.
Publicado na madrugada de 6 de dezembro de 2025

