O rapper Talha Anjum levantou mais uma vez a questão de 10 marinheiros paquistaneses mantidos como reféns por piratas na costa da Somália. Ele disse que eles foram esquecidos e acusou o governo de falhar no seu dever de proteger os paquistaneses.
“O governo do Paquistão é incapaz de proteger (seu povo), seja em casa ou em outro país”, disse Anjum em uma história no Instagram publicada na quinta-feira.
O rapper lamentou: “A mídia se esqueceu dessas famílias, mas infelizmente o povo do Paquistão também se esqueceu”.
O colaborador de longa data Umair Tahir (também conhecido como ‘Umair’) também se juntou ao esforço de resgate. Tahir postou um artigo na manhã de sexta-feira pedindo a recuperação de todos os 17 tripulantes a bordo do MT Honor 25.
O navio foi sequestrado por piratas na costa da Somália em abril, provocando protestos nacionais e apelos ao governo para trabalhar para resgatar a tripulação paquistanesa a bordo.
Anjum foi um dos primeiros a se manifestar, dizendo que conhecia pessoalmente um dos tripulantes, acrescentando que era “como um irmão” para ele.
Na época, o rapper disse que, como paquistanês, tinha “vergonha” da “insinceridade” e da “política secreta” do governo em relação aos seus cidadãos presos no exterior. Ele apelou às autoridades para “acordarem e deixá-los ir para casa”.
Em Junho, Anjum apelou novamente à acção, desta vez pedindo ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que criasse uma linha de apoio permanente dedicada a contactar as famílias dos reféns. Os reféns merecem mais do que “declarações gerais e ocasionais do Ministério dos Negócios Estrangeiros alegando estar em contacto com as Forças Marítimas da Somália”.
Outras celebridades que falaram sobre o assunto incluem Mahira Khan, Sabina Farooq e, mais recentemente, Bushra Ansari.

