Um serviço memorial foi realizado em Christchurch para lembrar e lembrar as vítimas de dois ataques terroristas a mesquitas que mataram dezenas de fiéis há sete anos, segundo relatos da mídia.
Em 15 de março de 2019, 51 pessoas foram mortas e 40 ficaram feridas no tiroteio em massa mais mortal da história da Nova Zelândia, que ocorreu na Mesquita Al Noor e no Centro Islâmico Linwood.
O dia começou com um “Walk the Talk for Unity” na Memorial Bridge, no centro da cidade, informou a emissora local 1 News. O evento foi organizado pela Sakina Community Trust, um grupo criado por várias viúvas das vítimas.
A cerimônia fúnebre no Sino da Paz no Jardim Botânico começou com um minuto de silêncio e os nomes das 51 vítimas foram lidos. O evento terminou com uma oferta de flores.
O supremacista branco australiano Brenton Tarrant realizou ataques na Mesquita Al Noor de Christchurch e no Centro Islâmico Linwood durante as orações de sexta-feira.
Ele foi condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional em 2020, a primeira sentença desse tipo proferida na nação insular.
O primeiro-ministro Christopher Luxon disse há sete anos que Christchurch e a Nova Zelândia “demonstraram força global, compaixão e unidade face à tragédia” ao prestarem os seus respeitos às vítimas.
Lu Xun prometeu continuar a “continuar a construir um país onde todos possam viver em paz e segurança”.

