Numa repressão, o Cazaquistão cortou o acesso a mais de 1.100 plataformas criptográficas não licenciadas e direcionou a atividade para bolsas licenciadas para apoiar as ambições do centro.
resumo
As autoridades financeiras do Cazaquistão bloquearam mais de 1.100 plataformas online que oferecem serviços de câmbio virtual no ano passado. A medida enquadra-se num quadro mais amplo de congelamento de fundos, encerramento de balcões de balcão ilegais e encaminhamento de negociações para locais autorizados dentro do Centro Financeiro de Astana. As autoridades dizem que o objetivo é criar um centro regulamentado de ativos digitais e explorar as reservas criptográficas do país, ao mesmo tempo que reduz a lavagem de dinheiro e os riscos ao consumidor.
Segundo relatos, as autoridades financeiras do Cazaquistão bloquearam o acesso a mais de 1.100 plataformas online que oferecem serviços de câmbio de moeda virtual durante o ano passado.
As restrições ocorrem no momento em que o país da Ásia Central expressa ambições de se estabelecer como um centro regional de ativos digitais e está trabalhando para regular e expandir seu mercado legal de criptomoedas.
Cazaquistão bloqueia trocas de criptografia não regulamentadas
O bloqueio de centenas de bolsas de criptomoedas não autorizadas representa parte do quadro regulamentar mais amplo do Cazaquistão que visa controlar o setor de ativos digitais dentro das suas fronteiras.
O Cazaquistão emergiu como um ator-chave na indústria global de mineração de criptografia nos últimos anos, especialmente depois que a China reprimiu as operações de mineração de criptografia em 2021, levando muitas empresas de mineração a se mudarem.
A abordagem regulatória do país parece estar focada na distinção entre operações legais e licenciadas de criptomoedas e plataformas não licenciadas que operam sem aprovação governamental.
Detalhes como mecanismos de aplicação específicos, prazos para ações de bloqueio e quais plataformas foram visadas não estão disponíveis no momento.
Esta acção regulamentar reflecte uma tendência crescente dos governos de todo o mundo para estabelecerem uma supervisão formal dos mercados de moeda virtual, ao mesmo tempo que procuram desencorajar a actividade comercial não regulamentada.

